18 de setembro de 2014

Antuza

Vem aí o 3º livro infantil de Alex Guimarães!!!



O Autor já escreveu:

“Gigante Deitado – A História de Jerônimo Mendonça” (2012)
Seus direitos autorais foram cedidos á ACEAK (Associação Cultural Espírita Allan Kardec) de Barra Bonita-SP.

“Huguinho, o Menino Centenário” (2013)
Toda a venda da obra foi revertida ao LIMB (Lar Infantil Marília Barbosa) de Cambé-PR, do nosso paizinho Hugo Gonçalves.

E agora teremos:

“Antuza, a Surda-Muda que Escutava e Falava” (2014)
Por ser um livro com dowload gratuito, sem a possibilidade de reverter vendas a Casa de Antuza*, apenas indicamos que nossos leitores possam visitar o local, situado na Rua Monte Alverne, 228, bairro Estados Unidos, em Uberaba e que façam suas contribuições em homenagem a nossa personagem.

          Esta é a frente da Casa da Antuza em Uberaba-MG   (Foto: Alex Guimarães)


* A Casa de Antuza se tornou o Centro Espírita Antuza Martins em 1º de maio de 1952. No local tem atendimento doutrinário de 2ª a 6ª feira com passes e estudos, onde também se faz a difusão doutrinária na livraria. Aos sábados funciona o departamento da Infância e Juventude. E se alguém quiser mais informações antes de visitar o local, os telefones para contato são: 3312 8919 / 3338 8442 / 9994 7168

O autor, Alex Guimarães, esteve no local em 21 de novembro de 2011, data em que se inspirou pra realizar esse livrinho, que somente agora foi publicado. Segundo ele, depois da casa de Chico Xavier, é o local mais especial na cidade para se visitar, pois ali você ainda sente a presença da Antuza, não somente por estar da mesma forma de quando ela ainda era encarnada, mas por ser um lugar simples e aconchegante, a começar pela árvore toda especial que tem na frente da casa da nossa personagem. A dica do autor é ficar por ali uns bons minutos na sua sombra antes de entrar na casa, sentir a energia que ela traz.


Em seguida, ele recomenda ficar por alguns minutos na casa daquela que tinha "as mãos aveludadas", dos passes que curavam e imaginar como era estar na presença da "Chico Xavier de saia" ali naquela varanda onde tantos a visitavam.


O autor sentado na porta da casa de Antuza. Neste local ela recebia Jerônimo, "O Gigante Deitado" e seus amigos em geral. Muitos desenhos do livrinhos foram inspirados nesta varanda.

Mais abaixo da casa, se encontra a livraria. E mais abaixo o Centro Espírita que na época de Antuza, era apenas um terreno vazio. As fotos a seguir são da casa que foi feita após o desencarne da médium. E após as fotos, pode-se ver as biografias dos personagens que estão no livro "Antuza, a Surda-Muda que Escutava e Falava". Ao clicar no link do livro, o leitor é direcionado a esta página para saber um pouco mais sobre os personagens, o autor e o livro.












PERSONAGENS:

EURÍPEDES BARSANULFO
Eurípedes Barsanulfo, um dos mais respeitados nomes do Espiritismo no Brasil, nasceu em 1º de maio de 1880, em Sacramento (MG). Marcamos neste mês, portanto, 124 anos de seu nascimento. Ele foi professor de grande conhecimento, político e espírita convicto, atuando bravamente a favor da divulgação da Doutrina.

Ainda jovem, Eurípedes já se destacava por ser muito estudioso e compenetrado. Foi, por esse motivo, convidado por seu professor para dar aulas aos próprios colegas. Tornou-se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, pela facilidade com que se colocava como líder e comunicador, tendo participado ativamente da fundação do jornal Gazeta de Sacramento e do Liceu Sacramentano.

Foi através de um tio que Eurípedes tomou conhecimento dos fenômenos espíritas e das obras de Kardec. Estudando e pesquisando as informações novas, acabou por converter-se totalmente ao Espiritismo. Como continuava a lecionar, decidiu incluir aulas sobre a Doutrina na sua disciplina. O resultado veio de imediato: a reação entre pais de alunos e muitas pessoas da cidade foi de preconceito e intolerância. E, diante de sua relutância em continuar a propagar o Kardecismo, os alunos foram sendo retirados um a um.
Sob pressão, Eurípedes mudou-se para uma cidade vizinha. Justamente nessa época desabrocharam nele várias faculdades mediúnicas, em especial a de cura, despertando-o para a vida missionária. De volta ao trabalho em Sacramento, começou a atrair centenas de pessoas da região. A todos Eurípedes atendia com paciência e bondade, através dos benfeitores espirituais. Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho de médium curador, animado do mais vivo idealismo. Em 1905 Eurípedes fundou o Grupo Espírita Esperança e Caridade, apoiado pelos irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver tanto trabalhos no campo doutrinário, como na assistência social.
Em 1º de abril de 1907 fundou o lendário Colégio Allan Kardec, que se tornou verdadeiro marco e ficou conhecido em todo o Brasil. Funcionou ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média de 100 a 200 alunos, até o dia em que foi obrigado a fechar devido à epidemia de gripe espanhola.
Conta-se que, certa vez, Eurípedes protagonizou uma cena inesquecível diante de seus alunos: caiu em transe em meio à aula e, voltando a si, descreveu a reunião havida em Versailles, França, logo após a Primeira Guerra Mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião quando foi assinado o célebre Tratado.
Sua presença fortaleceu de tal forma o movimento espírita que o clero católico, sentindo-se atingido, passou a desenvolver uma campanha difamatória contra ele. A situação chegou a um ponto que, desesperados, mandaram vir de Campinas (SP) o reverendo Feliciano Yague, famoso por suas pregações, para que houvesse uma discussão em praça pública entre os dois. Eurípedes aceitou, sem perder a confiança e a fé.
No dia marcado, o padre iniciou suas observações diante da platéia de curiosos, insultando o Espiritismo como sendo "a doutrina do demônio", e demonstrando intolerância e sectarismo. Eurípedes aguardou serenamente sua vez. Iniciou sua parte com uma prece, pedindo paz e tranqüilidade, e, em seguida, defendeu os princípios nos quais acreditava com racionalidade, lógica e calma. Ao terminar, Eurípedes aproximou-se do padre e abraçou-o, com sinceridade e sentimento, surpreendendo a todos. A platéia ficou perplexa e o momento entrou para a história.
Eurípedes seguiu com dedicação até o último instante de sua vida, auxiliando centenas de famílias pobres. Desencarnou em 1º de novembro de 1918, com apenas 38 anos, rodeado de parentes, amigos e discípulos. Deixou vastos exemplos de persistência, fé e serviço ao próximo, que para sempre irão nos inspirar.
 

                          

MARIA MODESTO CRAVO
Foi discípula de Eurípedes Barsanulfo, "O Apóstolo de Sacramento", e como tantas outras criaturas foi encaminhada ao trabalho de amparo e de regeneração, graças à sua mediunidade, realizando tarefas missionárias nos dois Planos de Vida, material e espiritual.
Maria Modesto Cravo nasceu na cidade de Uberaba (MG), no dia 16 de abril de 1899. Seus pais eram de formação católica e a encaminharam para esta religião. Consorciou-se, aos 17 anos com o Sr. Nestor Cravo, em 1916. No ano seguinte transferiram residência para Belo Horizonte, quando sentiu os primeiros fenômenos mediúnicos em forma de obsessão, trazendo grandes problemas e preocupações para a família. O esposo, a conselho médico, resolveu retornar a Uberaba. Seu pai, João Modesto, sugeriu que ela fosse levada a Sacramento para uma consulta com Eurípedes Barsanulfo.
Foi diagnosticado que o seu mal provinha de espíritos sofredores. Teria que ser submetida de imediato a um tratamento espiritual e físico. Seu organismo estava muito debilitado.
Com o tratamento de preces e passes, água fluidificada e a leitura de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" em poucos dias Maria Modesto Cravo apresentava um quadro animador. Com Eurípedes, começou também o seu desenvolvimento mediúnico, sendo logo convocada a trabalhar na equipe de médiuns no serviço de curas, o que ela aceitou com muita humildade. Eurípedes a aconselhou a regressar a Uberaba, retomando sua vida no lar e colaborando com o Movimento Espírita.
Assim iniciou sua colaboração em uma Casa Espírita daquela cidade do Triângulo Mineiro assistindo aos necessitados de todas as maneiras. Em casa, discretamente começou a atender abnegado serviço de receituário, servindo de intermediária de médicos da Espiritualidade.
Em janeiro de 1919 foi fundado o "Pronto Socorro Bezerra de Menezes", na Rua Bernardo Guimarães, também em Uberaba, cujo prédio ainda hoje existe. Três vezes por semana havia uma reunião de desenvolvimento mediúnico, onde os Espíritos, através dela, e de outros médiuns, assistiam a diversos enfermos, com doutrinação de desencarnados autorizados a comunicação.
Até então ela era médium passista e de cura, com a imposição das mãos. Na inauguração do Centro Espírita de Uberaba, houve significativo fato: o desabrochar de suas faculdades psicofônicas. Na primeira comunicação o Espírito se identificou como Ismael. A Diretoria da Instituição zelosa, resolveu consultar a Federação Espírita Brasileira. A resposta foi positiva, e do próprio Ismael, confirmando a comunicação, para alegria de todos.
Depois se seguiram centenas de comunicações de Espíritos acrescentando detalhes de suas vidas, identificações que não deixavam qualquer dúvida.
Em 1922, no Centro Espírita de Uberaba iniciou-se a celebração do Natal dos Pobres. Milhares de crianças eram mimoseadas com brinquedos e guloseimas. O trabalho foi estendido aos cegos, aos hansenianos e aos presidiários e suas famílias.
Em virtude do grande número de obsidiados e de portadores de insanidade mental, surgiu a idéia de construção do Sanatório Espírita de Uberaba, que tem prestado serviços inestimáveis à comunidade de Uberaba e adjacências.
Sua inauguração foi no dia 31 de dezembro de 1934. O Pronto Socorro "Bezerra de Menezes" fundiu-se com o Sanatório unindo-se todos os seus trabalhadores.
Desde a fundação do Sanatório, Maria Modesto Cravo vinha se prontificando a intermediária aos trabalhos de cura, na doutrinação de espíritos sofredores ou marcando a presença dos Mentores Espirituais, que transmitiam instruções, conselhos e orientações. Nesse trabalho recebeu a ajuda do dedicado médico Dr. Inácio Ferreira, outro companheiro de atividades missionárias em Uberaba.
Ela se dedicou também à evangelização das crianças e dos jovens, em todas as faixas etárias, muitos dos quais são seus seguidores na atualidade.

Em junho de 1964, a conselho médico, transferiu-se para Belo Horizonte, em tratamento de saúde. Dois meses depois agravou-se o seu estado geral e no dia 08 de agosto retornou à Espiritualidade. Sua obra, porém, continua propiciando os melhores frutos de uma vida inteiramente devotada ao bem.


JERÔNIMO MENDONÇA

Se você quiser saber um pouco mais sobre o "Gigante Deitado", clique no link que está abaixo e veja tudo que temos relacionado ao Jerônimo em nosso blog. São 7 postagens que ao final da 1ª página, clicando abaixo em "postagens mais antigas" você pode ver o início da "Série Jerônimo Mendonça" com videos do mesmo. Clique no link e confira:

7 postagens sobre Jerônimo Mendonça (2 páginas)

FREDERICO CHOPIN

Nascido em primeiro de março de 1810, em Zelazowa Wola, na Polônia, Frederic Chopin era filho do professor francês Nicolas Chopin, que dava aulas de francês e literatura francesa, e da pianista polonesa Justina Krazizanovska. Dez meses após o seu nascimento, a família foi morar em Varsóvia, onde transitava entre os nobres e a burguesia.

Chopin teve uma infância culta. Aos seis anos passou a ter um professor de piano, Adalbert Zwini, que lhe apresentou as obras de Bach e Mozart.

Seu primeiro concerto público ocorreu quando ele tinha oito anos. Na mesma época viu publicada sua primeira obra, uma polonaise. Prosseguiu conciliando seus estudos no Liceu de Varsóvia com as aulas de piano.

Em 1825, apresentou-se para o czar Alexandre I. No ano seguinte ingressou no Conservatório de Varsóvia, onde iniciou seus estudos com o compositor Joseph Elsner.

Em 1830, dias antes de eclodir a Revolução Polonesa contra a ocupação russa, Chopin resolveu deixar Varsóvia e partir para Viena, que vivia sob o regime autoritário de Metternich. Em julho do ano seguinte, Chopin seguiu para Paris, onde logo integrou-se à elite local, passando a ser requisitado como concertista e como professor. Nessa época conheceu músicos consagrados, como Rossini e Cherubini, e outros de sua geração, comoMendelssohn, Berlioz, Franz Lizst e Schumann.

Em uma de suas viagens pela Europa, em 1835, reencontrou Maria Wodzinska, que conhecera ainda criança em Varsóvia. Chopin apaixonou-se, mas, apresentando já os primeiros sinais de tuberculose, acabou rompendo o noivado por pressão da família de Maria.

Em 1838 Chopin uniu-se à controvertida escritora Aurore Dupin, que usava o pseudônimo masculino de George Sand. O casal resolveu passar um tempo em Maiorca, mas o clima úmido da ilha piorou o estado de saúde do compositor. Em 1839, os dois voltaram para a França e em 1847 romperam definitivamente o relacionamento.

No dia 17 de outubro de 1849, Frederic Chopin faleceu em Paris, aos 39 anos. Foi sepultado no cemitério de Père Lachaise, mas seu coração foi colocado dentro de um dos pilares da igreja de Santa Cruz, em Varsóvia, conforme o seu pedido.

Chopin dedicou toda sua obra ao piano, com exceção de apenas algumas peças. Várias de suas obras têm influência do folclore polonês, como é o caso das mazurcas e das polonaises.


Alex Guimarães finalizando o projeto do livro, onde colocou 2 personagens já citados nos 2 primeiros livros:
Chico Xavier e Jerônimo Mendonça

E nas fotos abaixo, se vê a contracapa: Parte da frente da casa de Antuza
E a capa: Parte de trás da casa, onde a personagem interagiu com a foto
que foi redesenhada especialmente para ser colocada no projeto gráfico.



Clique aqui e leia agora GRATUITAMENTE o livro em PDF ou WORD


3 comentários:

FRANCISCO ROXO - e-mail: francisco.roxo@hotmail.com disse...

Fiquei emocionado ao ler este pequeno GRANDE livro, simples e apaixonante,vou procurar ler os outros textos do autor.
Muita PAZ!

celina vaz de oliveira disse...

Maravilhoso. Quatá gente linda
espíritos iluminados
Obrigado por esta
Obra

celina vaz de oliveira disse...

Maravilhoso. Quatá gente linda
espíritos iluminados
Obrigado por esta
Obra